Índice de infestação do mosquito da dengue preocupa administração de Medianeira

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Medianeira - PR - O levantamento realizado entre os dias 04 e 08 de janeiro mostra que o índice de infestação geral do mosquito no município subiu para 6,4%, ou seja, quase seis vezes maior do que o tolerado pela Organização Mundial de Saúde, que é de 1%; Sendo a localidade com o índice mais alto o estrato 3, que totalizou 8,6% de infestação, e é composto por Centro, Cidade Alta e Santos Dumont, seguido pelo estrato 2, com 8,2%, composto por Nazaré e Ipê.

Preocupado com a situação o prefeito Ricardo Endrigo se reuniu com a secretária de saúde, Dayse Alberton, com a enfermeira da vigilância em saúde, Cleide Mari, e com a coordenadora de campo do setor de endemias, Ivonete Batassoli, para discutir sobre o aumento no número de focos e ações para diminuir a infestação do mosquito no município. A imprensa foi convidada a participar da reunião, vez que este é um assunto de grande importância.

“Esse índice de infestação nos deixa bastante apreensivos, principalmente porque agora o Aedes transmite também o Zika vírus e Chikunguinya, e já tivemos morte por dengue hemorrágica na nossa região”, pontua o prefeito.

A administração pede a colaboração de todos para que verifiquem com atenção seu imóvel e não deixem água acumulada , pois a proliferação do mosquito Aedes Aegypti e maior nesta época do ano e o risco aumentou já que além da Dengue o Aedes Aegypti também é vetor da Chikungunya e Zika Vírus.

“Sabemos que o combate da doença depende do fim dos criadouros do mosquito. Por isso, peço a colaboração de todos nesta luta, orientando as pessoas de seu convívio a limpar os quintais, não jogando objetos que possam acumular água nas ruas e terrenos baldios, como latinhas, tampas de garrafas, plásticos, até mesmo um papel de bala pode se tornar um criadouro. Os agentes de saúde continuam com o trabalho de prevenção e fiscalização, mas toda a população deve colaborar”, ressaltou o prefeito.

Como ação imediata haverá um mutirão de vistas, os agentes de endemias juntamente com as agentes de saúde estarão passando de casa em casa destes bairros mais afetados, orientando e verificando possíveis criadouros, plantas, piscinas, calhas, caixas d’água, enfim, e solicitando a limpeza quando necessário, para que, posteriormente a secretaria de obras faça a recolha.

Assessoria - Foto: Divulgação

 

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