99 dicas importantes para quem está começando ou quer pescar melhor

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Neste completíssimo artigo da nossa parceira, a Revista Pesca Esportiva, são apresentados aos pescadores iniciantes ou mais experientes, 99 dicas sobre os mais diversos assuntos, desde cuidados com as condições climáticas, até a manutenção de equipamentos e motores, que por certo assegurarão um melhor desempenho na pesca esportiva e sensacionais histórias para contar aos filhos e netos (aumentadas ou não). Leia, se prepare e aproveite mais ainda a pescaria:

Meteorologia

  1. Antes de sair para uma pescaria (qualquer uma!), consulte a meteorologia. Evite saídas que envolvam qualquer tipo de risco, planeje o destino e o tipo de pesca mais adequado às condições previstas.
  2. Quedas acentuadas de pressão indicam entrada de mau tempo. Nuvens escuras no horizonte podem estar anunciando chegada de tempestade. Encerrar a pescaria é o melhor a fazer, não insista.
  3. Em tempestades com raios e trovões, não use varas de grafite, elas são fabricadas com material condutor e podem ocasionar acidentes fatais.
  4. Em locais quentes onde existam insetos, prefira roupas leves e claras. Não deixe de passar filtro solar e use sempre boné ou chapéu.
  5. Para enfrentar clima chuvoso, não esqueça capa, sapato impermeável e sacos plásticos para embalar objetos que devem permanecer secos.
  6. Hoje há sites com informações bastante confiáveis para os próximos três dias, mas você pode fazer suas próprias previsões observando a natureza, como nos três itens a seguir.
  7. Nuvens são grandes indicadores de tendências climáticas. As do tipo Cumulus Nimbus ou CB – escuras e espessas, mostrando céu carregado – são indícios de tempestade próxima, com ventos fortes e relâmpagos. As Cirrus ou rabo de galo – cristais de gelo em grande altitude e velocidade – indicam entrada de frente fria nos próximos dias.
  8. Sinais indicadores de tempo bom: o céu clareia e as nuvens sobem; a pressão atmosférica sobe de forma contínua; o vento ronda de S-SE para N-NE (costa Sul e Sudeste); ao entardecer, o sol parece uma bola de fogo, deixando o céu dourado; há forte orvalho ou geada à noite; o nevoeiro matinal se dissipa cedo.
  9. Indicadores de mau tempo: as nuvens descem e se deslocam rapidamente; as nuvens engrossam e baixam, criando aparência de céu “pedrento”; a pressão atmosférica cai de forma rápida e contínua; o dia amanhece com vento forte; o céu fica vermelho ao amanhecer; o vento ronda de N-NE para S-SE (costa Sul e Sudeste).

Barco/motor/reboque

  1. Cheque o reboque na véspera de qualquer viagem programada. Revise instalações elétricas, pneus, estepe, chave de rodas, macaco compatível, engate e documentos.
  2. Se o conjunto reboque/barco pesar mais de 500 kg é aconselhável usar reboque com sistema de freio.
  3. Para prender o barco ao reboque, amarre somente a proa e a popa. Cabos ou cintas intermediárias transmitirão todas as imperfeições e vibrações da estrada ao casco da embarcação.
  4. Antes de enfrentar uma rampa, treine manobras em marcha à ré e, na estrada, tome cuidado com as ultrapassagens.
  5. Conheça todos os equipamentos de sua embarcação e os locais onde estão instalados e armazenados. Algumas panes podem ser facilmente consertadas, evitando que você fique à deriva.
  6. Saiba de cor posições de fusíveis, polarização dos fios e terminais elétricos e capacidades de tanques de combustível, óleo e água doce.
  7. Nunca navegue sem a documentação necessária: licença de pesca, Título de Inscrição da Embarcação (TIE), Termo de Responsabilidade, seguro obrigatório e Arrais Amador para águas interiores ou Mestre Amador para navegação costeira.
  8. Confira antes de cada saída equipamentos de salvatagem, cabos, âncora, ferramentas e peças reserva.
  9. Faça testes com bomba de porão, rádio e bateria. Confira o fechamento dos bujões e cheque os demais equipamentos.
  10. Toda embarcação deve portar coletes salva-vidas em número igual ao da lotação + 1, mesmo quando estiver com menos tripulantes.
  11. O uso de eletrônicos como GPS e ecobatímetro auxilia tanto na segurança quanto na produtividade da pescaria.
  12. Carregue a embarcação de forma equilibrada, regulando altura e inclinação do motor. Esses cuidados melhorarão a economia e a autonomia.
  13. Abra e ventile o porão para dissipar qualquer acúmulo de gases. A faísca da partida pode dar início a um incêndio.
  14. Ao navegar em local desconhecido, consulte a carta náutica da região. Considere especialmente baixios, pedras e demais perigos à navegação. Na indisponibilidade desse material, contrate um guia.
  15. Respeite os limites das áreas de navegação para onde seu barco foi classificado, com atenção especial a condições meteorológicas, consumo e autonomia.
  16. O combustível necessário para fazer uma pescaria deve ser calculado na proporção de 1/3 para ir e 2/3 para voltar. Tenha também óleo 2 tempos reserva, imprevistos acontecem.
  17. Nos motores de popa 2 tempos carburados, use óleo com especificação TCW-3. Nos motores com injeção direta, use somente óleos especificados pelo fabricante. Jamais “batize” a gasolina.
  18. Gasolina velha oxida, causando formação de uma borra que entope os dutos. Evite usar combustível com mais de 45 dias de estocagem.
  19. As faíscas de um simples isqueiro podem sinalizar uma embarcação à deriva em uma noite escura, evitando um acidente.
  20. Enfrentar vagas na diagonal pode deixar a navegação mais suave e confortável, porém, se a onda estiver na iminência de estourar, o melhor mesmo é jogar a proa em sua direção, acelerando na subida e aliviando motor ao cruzar a crista.
  21. Um trim (ajuste de inclinação do motor) bem regulado proporciona segurança e economia. Arranque com trim negativo (forçando a proa para baixo) e, após atingir o planeio, levante até perceber que o casco descolou da água. Se passar do ponto, irá escutar um ruído diferente e constatar que muita água está sendo lançada para cima, sinal de que o hélice está jogando energia fora.
  22. Se o barco for equipado com “jack plate” (regulagem vertical do motor), quanto mais alto o motor, maior serão o desempenho e a economia, mas fique atento para não perder a refrigeração, checando sempre a pressão d’água e a temperatura.
  23. Jamais faça curvas fechadas com o jack plate alto, ou poderá perder o leme.

Manutenção e acessórios

  1. Em viagens, transporte as varas dentro de capas e tubos de PVC. Depois de montadas, nunca segure mais de duas juntas com os passadores voltados para dentro; eles podem danificar o blank das outras varas e facilitar quebras.
  2. Ao levar máquinas fotográficas, filmadoras e equipamentos eletrônicos para a pescaria, adicione sílica gel no local de armazenagem. Na sua falta, use arroz cru, que também absorve a umidade.
  3. Especialmente na região amazônica, evite armazenar eletrônicos em locais com ar condicionado. Ao entrar em contato com o ambiente aberto, a umidade excessiva do ar poderá provocar condensação, danificando o equipamento.
  4. Nunca limpe a tela de eletrônicos como GPS e ecobatímetro com cera, ela poderá retirar a proteção antirreflexo. Basta um pano úmido e limpo.
  5. Se a pescaria acontecer em barco rápido, durante longos percursos mantenha as varas presas e acondicione bem a tralha. Eles podem ser jogados para a água em um piscar de olhos.
  6. Sempre revise linhas e nós e afie os anzóis antes de cada pescaria ou dia de pesca, caso a viagem tenha maior duração.
  7. Não se esqueça de regular o freio da carretilha ou molinete antes de começar a pescar, tornando a verificar a regulagem de tempos em tempos. Grandes peixes aparecem sem aviso e podem ser perdidos se esse detalhe não for observado.
  8. Para testar uma vara de grafite ou brigar com um peixe grande, nunca apoie a mão no meio do blank ou ele terá grandes chances de quebrar. A despeito de possuir boa resistência, sua flexibilidade foi planejada para esforços distribuídos entre o cabo e a ponta.
  9. Um pequeno kit de ferramentas ou mesmo um canivete multifunções pode ser providencial no caso de uma pane no motor ou no desmonte de um equipamento de pesca.
  10. Não tenha preguiça e faça a manutenção de seu equipamento logo após cada pescaria, limpando e lubrificando carretilhas e molinetes. Libere o freio antes de guardá-los.

Pescarias em água salgada

  1. A produtividade em água salgada tem íntima relação com as marés. Uma consulta à tábua das marés da região é indispensável.
  2. Marque bem os horários de enchentes, repontos e vazantes. Variações de até 20 centímetros por hora indicam correntes calmas, o que facilita a pesca, especialmente nas modalidades de fundo e de arremesso nos manguezais.
  3. Como a lua é o astro que mais influencia a variação das marés e seu período de rotação ao redor da Terra é de 24 horas e 50 minutos, isso quer dizer que há um atraso de aproximadamente 50 minutos em relação à maré do dia anterior.
  4. Só recoloque iscas utilizadas em água salgada na caixa de pesca depois de lavadas em água doce e secas, evitando, assim contaminar as demais e oxidá-las prematuramente.
  5. Durante a pescaria vale, inclusive, ter uma caixa à parte somente para iscas usadas, ou seja, que já entraram em contato com a água salgada ou salobra.
  6. Nas pescarias de arremesso no manguezal, prefira varas curtas de 5’3” a 5’8” de ação média e carretilhas de perfil baixo. Esse equipamento proporciona precisão nos arremessos em direção à vegetação baixa desses ambientes.
  7. Ao explorar essas estruturas, considere a velocidade da maré para fazer a isca “penteá-las”, mantendo-a mais tempo na chamada janela de ataque do peixe.
  8. Para a pesca de rodada com iscas de fundo como camarões e shads iscados em jig heads, escolha varas mais longas, de 6’6” a 7’, com ação rápida, e linhas de multifilamento. Os arremessos serão mais longos e você terá maior sensibilidade.
  9. Na pesca embarcada de arremesso em costões, é prudente manter certa distância. Varas mais longas são úteis para que as iscas atinjam os locais próximos das pedras.
  10. Prefira linhas de multifilamento para a pesca de fundo. Além de reunirem grande resistência e baixo diâmetro, sua pouca elasticidade proporciona muita sensibilidade. Próximo da isca use líder de monofilamento, para não transmitir vibrações.
  11. Apesar de mais caro que monofilamentos convencionais, o fluorcarbono é muito recomendado como líder. O material resiste mais à abrasão quando o peixe corre para as estruturas, é praticamente invisível sob a água, é mais denso (afunda mais rápido) e faz a diferença no momento crítico do embarque de peixes grandes.
  12. Na pesca de corrico, mesmo sem o uso de outriggers, você pode utilizar até quatro varas sem embaraços entre as linhas. Basta soltar maior quantidade nas duas varas externas.
  13. Ainda no corrico, se optar por iscas com trabalho em profundidades diferentes, coloque as que atuam mais embaixo nas linhas mais curtas, para evitar embaraços.
  14. Observe os sinais da natureza. Aves marinhas pairando no ar e mergulhando denunciam cardumes. Os predadores estão por perto.
  15. Em mar aberto, fique atento a qualquer estrutura flutuando. Ao redor delas costumam estar peixes concentrados, desde os pequenos até seus maiores predadores.
  16. Na pesca oceânica, os grandes peixes não têm estruturas onde possam buscar refúgio, então é mais importante ter equipamentos com muita capacidade de linha e a regulagem do freio para até 50% da sua resistência máxima.
  17. Na pesca vertical com metal jigs em grandes profundidades, não economize no comprimento do líder, que pode passar de cinco metros. Além de reduzir a vibração da linha de multifilamento, sua menor visibilidade é importante, especialmente se a água estiver limpa.
  18. Branco, rosa, laranja, amarelo, prata e azul são cores sempre interessantes de iscas artificiais em qualquer pescaria na água salgada. Como perdas são frequentes, vale ter iscas reserva nas cores ou combinações mais “matadeiras”.
  19. No caso de enrosco de iscas de fundo como metal jigs e jig heads, manobre a embarcação e puxe no sentido contrário, as chances de soltura serão maiores. Forçar a esmo poderá fincar ainda mais as pontas dos anzóis nas estruturas.
  20. Sempre que possível, tenha um conjunto extra da modalidade-chefe de sua pescaria. Em caso de linha arrebentada, cabeleira forte ou outro contratempo, você não perderá tempo (e um possível cardume ativo) refazendo nós.

Acampamentos

  1. Você pode não estar fazendo parte de um seriado de sobrevivência, mas, ao acampar, não deve se esquecer de itens como lanterna com pilhas reserva, isqueiro (ou fósforo), grelha e lona impermeável.
  2. Na falta do básico acima, o fogo pode ser iniciado com um pouco de gasolina e a faísca da vela do motor de popa ou da bateria, mas essa operação requer cuidados.
  3. Conserve a natureza com atitudes de bom senso. Se quiser saborear um peixe, abata o suficiente para consumo imediato.
  4. Para assar um peixe, faça o fogo em um buraco no chão. O braseiro dura mais tempo e economiza lenha. O apoio pode ser feito com galhos verdes.
  5. Lonas e encerados servem para a coleta de água da chuva ou orvalho da manhã, ambos são potáveis.
  6. Facas fileteiras devem ter lâminas finas e flexíveis, sendo sempre guardadas em bainhas.
  7. Para caminhar em águas rasas, use um galho como bengala e arraste os pés para evitar acidentes com arraias.
  8. Acompanhe as alterações no regime das águas. Marque com um galho o nível do rio ou lagoa já na chegada ao local de pesca e confira diariamente.

Precauções/segurança

  1. Nunca puxe uma isca enroscada com força em sua direção. Se ela escapar, se transformará em um projétil perigoso.
  2. Sempre use óculos polarizados. Além de enxergar melhor estruturas e peixes abaixo da linha d’água (eles eliminam parte dos reflexos), você terá seus olhos protegidos de iscas desgovernadas.
  3. Leve consigo um estojo de primeiros socorros em embalagem impermeável. O item faz parte da tralha de todo pescador prudente.
  4. Nunca é demais lembrar: tenha na mala repelente contra insetos e filtro solar. Lembrando que, no caso deste último, uma única aplicação no início da pescaria é muito pouco, o ideal é fazê-lo a cada duas horas sob o sol.
  5. Quando dois ou mais pescadores utilizam iscas artificiais próximos um do outro, os arremessos devem ser direcionados para o través da embarcação, de preferência com os parceiros voltados para o mesmo bordo.
  6. Anzóis e garateias sem farpa são liberados facilmente tanto do peixe quando do pescador no caso de acidente. Amasse-os sempre que possível com um alicate.
  7. Imobilize peixes grandes ou com dentição perigosa com auxílio de luvas e/ou alicates de contenção apropriados para o tamanho e tipo de boca do animal. Para liberar a isca ou o anzol, o alicate de bico é a ferramenta certa.
  8. Não banque o cirurgião se um anzol ou garateia perfurar você ou seu companheiro em tecidos delicados do corpo, como membranas e os olhos. O melhor a fazer nesses casos é proteger a área atingida e buscar auxílio médico o mais rápido possível.
  9. O mesmo vale em caso de acidentes com cobras, raias, peixes e outros animais que possuam veneno. A não ser que conheça os procedimentos de emergência, não perca tempo e corra em busca de ajuda.

Pescarias em água doce

  1. Aves estáticas em posição de caça nas margens dos rios são indícios da presença de cardumes de pequenos peixes. Predadores como os dourados têm grandes chances de estar na região.
  2. O canto estridente de cigarras nas margens de represas avisa: vale a pena usar pequenas iscas de hélice, que imitam esses insetos quando caem na água, o que é produtivo principalmente com belas tilápias rendali.
  3. Para peixes grandes e brutos que dão corridas praticamente irrefreáveis no início da briga, como piraíbas, pirararas e tambaquis, ou quando for necessário o uso de líderes de grosso calibre, prefira carretilhas sem devanador (distribuidor). O guia-linha poderá não suportar a pressão.
  4. Como na pesca de garoupas no mar, a briga com jaús e outros gigantes de couro em locais com risco de o peixe enlocar-se entre as pedras exige equipamento extra pesado e fricção apertada ao máximo. O cabo-de-guerra nos momentos iniciais da briga é crítico para definir o vencedor da batalha.
  5. Já na pesca de grandes tucunarés em locais cheios de galhadas, às vezes é mais interessante liberar totalmente a linha (destravando o equipamento) e esperar o peixe parar de se movimentar, principalmente quando se percebe que ele já correu para a estrutura após a fisgada. Deve-se então percorrer sua trajetória “descosturando” a linha.
  6. Sempre que explorar uma área de baixa profundidade, como um estirão de corredeira, passe com o barco ao largo do ponto e nunca por cima dele, para não afugentar os peixes.
  7. A pesca em áreas de rio a jusante de muitas represas é diretamente influenciada pela abertura das comportas, aumentando o volume de água ou ocasionando maior correnteza. Vale informar-se acerca dos dias em que isso costuma ocorrer.
  8. Tenha sempre à mão um conjunto leve ou ultraleve com pequenos anzóis e iscas artificiais para garantir a diversão com espécies esportivas de menor porte caso os grandes não apareçam.
  9. Os spinners e as colheres estão entre as iscas metálicas mais versáteis para pesca na água doce. Caso torçam a linha (principalmente os spinners), prefira snaps dotados de girador.
  10. Ao deparar-se com um repiquete (elevação súbita das águas) na Amazônia, atrás de tucunarés, eleja uma área e persista com bem mais arremessos que o normal, variando tipos de isca e investindo em trabalhos mais pausados.
  11. É comum encontrar tucunarés-azuis nas partes mais abertas e entradas de braços das represas, junto a grandes troncos semi submersos, e os amarelos em partes mais abrigadas, como os chamados fundos de grota.
  12. Presentes em lagos, rios e represas de todo o Brasil, as traíras são peixes esportivos que atacam muito bem iscas artificiais, com destaque para as barulhentas na superfície, as soft baits no fundo e os sapos artificiais com dispositivo antienrosco para locais dominados por vegetação.

Iscas naturais

  1. Para pescar com iscas vivas, é importante ter um aerador no viveiro do barco. No caso do camarão, feche a entrada de água ao entrar em rios de água doce, a baixa salinidade poderá matar as iscas.
  2. Para manusear iscas escorregadias como o mussum e a tuvira, a solução é envolvê-las em serragem ou usar um pano seco.
  3. Para a isca não sair do anzol e correr para a linha (podendo ser atacada por piranhas), basta amarrar um fino arame de cobre no olho do anzol, ele vai servir como anteparo.
  4. Peixes pequenos podem ser iscados pelo dorso, cauda ou cabeça (próximo aos olhos, boca ou nariz). Os camarões, pela cauda ou cabeça.
  5. Para manter o nado de pequenos peixes o mais natural possível, use anzóis de haste fina, que ainda darão maior sobrevida à isca.
  6. A ceva é um dos grandes segredos do sucesso em qualquer pescaria de espera de peixes onívoros como pacus e piaus. Grãos de soja e milho azedo estão entre as mais empregadas na bacia do Rio Paraná. Fique atento aos hábitos dos pescadores locais.
  7. Bolotas de massa feitas com farinha de trigo e pó de suco são bons substitutos para frutos na pesca de pacus, matrinxãs, piraputangas e piracanjubas na batida.
  8. Na pesca de corvinas de água doce, vale preencher o anzol com vários camarões quando eles são pequenos.

Foto: Revista Pesca Esportiva / Sam

 

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