Cida será a primeira mulher no Paraná a assumir o cargo de governadora

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CURITIBA - PR - A vice-governadora Cida Borguetti (PP) muito provavelmente será a primeira mulher ha história do estado do Paraná a assumir o cargo de governadora. O atual governador, Beto Richa (PSDB) já sinalizou sua intenção em disputar uma vaga no Senado nas eleições de 2018, o que exigirá sua desincompatibilização do cargo, conforme determina a legislação eleitoral.

O afastamento de Richa, neste caso, deverá ocorrer seis meses antes do pleito, o que colocará Cida na posição de governadora em abril de 2018. "Sendo assim serei a primeira mulher da história do Paraná a assumir de fato a cadeira de governadora em abril de 2018. Reafirmo, portanto, o meu compromisso com a população paranaense em disputar o Governo do Estado", ressaltou a vice-governadora.

O Instituto Paraná Pesquisas divulgou recentemente um levantamento que aponta Cida como um dos nomes preferidos pelos paranaenses para a disputa do governo do estado nas próximas eleições. Richa cumpre seu segundo mandado consecutivo e não poderá disputar novamente a reeleição. O PSDB, por sua vez, deve cumprir o acordo com o PP de não lançar candidatura própria e apoiar a indicação do Partido Progressista, e Ricardo Barros não costuma fazer acordos que não serão cumpridos. A vice-governadora se mostrou agradecida pela confiança de expressiva parcela da população paranaense ao expressarem confiança em seu nome e afirmou que aceitou a convocação da legenda para que brigue pelo Palácio do Iguaçu em 2018.

ATUALIZAÇÃO E CORREÇÃO DAS INFORMAÇÕES

De acordo com o cascavelense Milton Alfredo da Luz, usuário do portal do JI, há um equívoco na informação prestada pelo gabinete da vice-governadora, sendo que, na realidade, Cida não será a primeira mulher a assumir o cargo de governadora do Paraná. A primeira mulher que ocupou essa posição no Palácio do Iguaçu foi Emília Belinatti, que substituiu o então governador Jaime Lerner em duas ocasiões. A primeira em fevereiro de 2002, e a segunda em 24 de julho do mesmo ano, ambas as vezes em decorrência de viagens ao exterior de Lerner.

Emília Belinatti também poderia ter assumido o posto de governadora interina em duas outras oportunidades, mas preferiu também se ausentar do país para não se tornar inelegível, caso subsituísse Lerner. Na época quem assumiu o governo do Paraná foi o presidente do Tribunal de Justiça, o desembargador Vicente Troiano Netto. Hermas Brandão, presidente da ALEP, também não quis assumir por também ser candidato à reeleição.

Foto: Divulgação

 

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