Sol Pedras promove palestra sobre empreendedorismo e sustentabilidade na Iguassu Decor

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FOZ DO IGUAÇU - PR - A maior mostra de Arquitetura, Decoração e Paisagismo da Tríplice Fronteira recebeu uma turma de acadêmicos do curso de Engenharia Civil para uma palestra promovida pela Sol Pedras, patrocinadora oficial da Iguassu Decor 2016 abordando os temas de sustentabilidade e empreendedorismo. Os empreendedores Mariângela e Celso Luckmann, sócios-proprietários da Sol Pedras, conduziram o encontro com os estudantes de forma dinâmica e descontraída.

A Sol Pedras é a única empresa paranaense de rochas ornamentais com impacto zero na natureza, que se propôs a implantar um inovador processo de produção com enfoque total na sustentabilidade ambiental. O pioneirismo já rendeu reconhecimento no cenário nacional e internacional para a empresa, inclusive com um prêmio internacional, inédito para uma empresa brasileira, na 8ª Exposição Internacional de Invenções de Kunshan, na China.

O Programa de Resíduo Zero da Sol Pedras impressionou a banca julgadora da Exposição e, dentre mais de 80 projetos internacionais inscritos na categoria sustentabilidade e proteção ambiental, a Sol Pedras foi agraciada com a Medalha de Bronze. Um dos focos da palestra foi justamente a sustentabilidade e a eficiência do projeto em reduzir drasticamente o impacto ambiental do setor de mineração e rochas ornamentais.

Segundo Celso Luckmann, cerca de 20% das pedras em uma marmoraria viram resíduos ao final do processo de preparo das pedras para a comercialização. Isso é o mesmo que dizer que de cada 100 toneladas de rochas, pelo menos 20 restarão como resíduos a causar forte impacto sobre o meio ambiente. O Programa Resíduo Zero da Sol Pedras conseguiu chegar ao ponto de absolutamente nada ser descartado ao final do processo de produção, com o reaproveitamento das pedras menores e dos fragmentos na produção de mosaicos e outros subprodutos que reutilizam cada fragmento.

Um dos principais pontos ressaltados por Mariângela Luckmann foi a necessidade da atitude empreendedora, pois quando o casal decidiu buscar uma forma de reaproveitamento dos resíduos, tiveram que andar na contramão do mercado, pois o custo para a adoção da política ambientalmente correta tornava o processo economicamente inviável, no entanto, eles acreditaram que o fim que almejavam, ou seja, a redução do impacto sobre a natureza, compensaria qualquer dificuldade inicial.

A "veia" empreendedora foi colocada à prova a todo o momento, pois foi necessário que Celso, que é engenheiro, se aventurasse a criar máquinas que permitissem que o processo fosse feito de maneira mais econômica e funcional. Mariângela por diversas vezes reafirmou a necessidade dos novos profissionais serem cada vez mais "multifuncionais", transitando por diversas áreas do saber, e com visão de empreendedor, sem medo de errar e ter que começar de novo um projeto.

Fotos: Enio Jorge Job

 

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