Confusão pouca é bobagem: Chico vai ao STF para tentar assumir sem nova eleição

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FOZ DO IGUAÇU – PR - O segundo candidato mais votado na eleição para prefeito deste ano, Chico Brasileiro, declarou na manhã desta quarta-feira (14) que seus advogados irão buscar junto ao Supremo Tribunal Federal a declaração de inconstitucionalidade sobre uma possível nova eleição em Foz do Iguaçu.

Chico Brasileiro foi o segundo mais votado, com mais de 54 mil votos. Além da inconstitucionalidade, seus advogados alegarão que os votos de Paulo Mac Donald foram nulos e que, portanto, Chico Brasileiro foi o mais votado.

“Eu entrei na eleição porque tinha informações jurídicas a respeito da impossibilidade do Paulo disputar a eleição. Agora a alta corte eleitoral comprovou isso. Vamos buscar junto ao Supremo Tribunal Federal a inconstitucionalidade de novas eleições. Não sei se teremos êxito. Caso contrário, o TRE deverá convocar novas eleições e que o povo decida quem será o novo prefeito de Foz”, comentou o deputado durante entrevista na Rádio Cultura.

Chico não dá sinais de que acredite no sucesso de sua demanda

Para quem acabou de dizer que buscará na Justiça assumir o mandato de prefeito, Chico Brasileiro não demonstra muita confiança, pois a maior parte de suas declarações foram feitas considerando a hipótese de um quadro no qual ocorre um novo pleito no primeiro semestre de 2017. Segundo o deputado estadual, Foz do Iguaçu não pode ficar sem prefeito eleito por quatro a cinco meses. “Se houver uma eleição imediata nós deveremos nos submeter novamente ao julgamento popular, porque o povo é soberano e fará a escolha do futuro prefeito. Mas irei colocar meu nome à disposição dos partidos que me apoiaram na eleição de 2016”, afirmou.

Chico Brasileiro entende que os novos vereadores deverão fazer a transição em 2017. “Não sei quem será o futuro presidente da Câmara, que deverá assumir a prefeitura por algum tempo, mas os 15 vereadores deverão se encarregar de fazer uma transição tranquila para a cidade não sofrer”.

O deputado garantiu também que não tem preferência por nenhum candidato a presidência da Câmara.  “Nós elegemos oito vereadores e eu disse à eles que o nome escolhido em consenso teria o meu apoio. Eu não quero indicar ninguém, até porque agora, com essa decisão, a responsabilidade aumenta muito, porque o presidente da Câmara será prefeito por algum período”.

Foto: Arquivo

 

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