Crise na Educação?

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O ano de 2015 não foi nada bom para o futuro do país quando se analisa um importante quesito: a educação. É bom explicar que a linha de raciocínio tem por base que a qualidade do ensino (de hoje) e a quantidade de brasileiros que têm acesso a esse ensino de qualidade (nos dias atuais), refletirá no futuro, colocando no mercado engenheiros, médicos, odontólogos, advogados, administradores, dentre outros profissionais, melhor ou pior preparados para o desempenho de suas carreiras.

Pois bem, no primeiro semestre de 2015 o Brasil registrou um aumento na inadimplência dos cursos superiores na ordem de 22,4%, enquanto no mesmo período do ano anterior havia sido contabilizada uma queda de 1,3%. Na média anual o país experimentou um crescimento da inadimplência na casa dos 16,5%. Há diversos cenários de análise para a reflexão acerca dos motivos que causaram esse aumento real da inadimplência, dentre os quais, um panorama econômico adverso, inflação, alta dos juros e desemprego. Como resultado de tais dificuldades, já no primeiro semestre de 2016 o mercado amarga uma queda de 25% nas matrículas em instituições de ensino superior privadas.

Foz do Iguaçu, no entanto, ocupa uma privilegiada posição quando o assunto é ensino superior, pois o mercado oferece uma grande variedade de instituições, com os mais diversos cursos, dentre públicas e privadas. E, quando o assunto adentra o campo do ensino público, além da Unioeste, a tríplice fronteira é pioneira em um novo formato de instituição de ensino superior voltado para a integração dos povos latino-americanos, com ênfase no Mercosul, através do conhecimento humanístico, científico e tecnológico, e da cooperação solidária entre as instituições de ensino superior, organismos governamentais e internacionais. Este novo formato é oferecido pela Unila, que conta com um corpo docente da maior qualificação, com cursos como o de geografia, no qual todos os professores têm doutorado; assim como vários cursos na área das engenharias, com equipamentos e laboratórios de ponta e conta com professores vindos de outras universidades da América Latina, agregando conhecimento e integração cultural.

A pergunta que fica, então, é: Porque há uma aberta e franca campanha para a desqualificação desta entidade? Porque vemos a promoção de um verdadeiro massacre na imprensa, dando ênfase a situações que ocorrem corriqueiramente com alunos de todas as demais universidades, como se só ocorressem na Unila, ao invés de se dar o devido destaque que a instituição merece? É hora de os pais abrirem seus olhos para o que lhes é oferecido no quintal de suas casas, ao invés de gastarem tempo procurando universidades federais em outras cidades... Quase ousamos afirmar que a Unila é a Uniamérica das universidades públicas.

 

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