A chamada Tríplice Fronteira é mundialmente conhecida por seus muros. Muros simbólicos que dividem etnias, que separam religiões, que divisam nacionalidades, que apartam paixões, que distanciam rivalidades. Há os que sonham com o dia em que tais muros simplesmente deixarão de existir, como se jamais tivessem sido erguidos, transformando todo o Território do Iguassu em uma área comum, em um único quintal, no qual todas as dezenas de etnias que contribuíram para a grandeza e identidades únicas da fronteira convivam em harmonia; em que as mais variadas religiões coexistam em um ambiente de absoluta e total tolerância e respeito, sem imposições, tampouco fundamentalismos; onde as variadas nacionalidades convivam como se fizessem parte de um único país; no qual as paixões e rivalidades continuem a existir, porém, de forma sadia, respeitosa e colaborativa. Mas, igualmente, há os que não querem nada disso, os que insistem em viver em meio à discórdia, à disputa, ao litígio, à maior desgraça quanto possível.

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