A determinação em cassar o mandato da presidente da República, Dilma Roussef, e atingir mortalmente uma possível candidatura do ex-presidente Luiz Inácio “Lula” da Silva, por parte de uma mídia voraz, por setores da oposição, e por determinados membros do próprio STF, atingiu o seu ápice na manhã de ontem. Em uma ação coordenada com a imprensa, com “cobertura em tempo real”, vazamentos de informações selecionadas, e outros acontecimentos discutíveis moral e eticamente, o Juiz Sérgio Moro orquestrou a condução coercitiva de Lula para obter o seu depoimento na investigação. A princípio uma ação absolutamente desnecessária. Ao que tudo mostra, uma ação para ganhar a mídia e permitir que se espalhassem imagens do ex-presidente sendo conduzido pela Polícia Federal para que, depois, pudessem ser manipuladas das mais variadas formas em redes sociais e sites, ampliando geometricamente a repercussão e o dano causado.

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Sai semana, entra semana e os diversos problemas que afetam o atendimento básico de saúde em Foz ocupam os espaços mais nobres da mídia. Dos mais modestos impressos mensais, à poderosa emissora global, não há meio de comunicação que não se veja na obrigação de divulgar os mais variados fatos que tornam o dia a dia da sofrida população ainda mais complicado. Conviver com problemas de moradia, com uma alimentação longe da ideal, com dificuldades com o transporte coletivo de péssima qualidade, com a falta de creches, dentre outras mazelas, já não assusta tanto o iguaçuense.

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No editorial de ontem ressaltamos a atitude da intendenta (prefeita) de Ciudad Del Este, que determinou à Polícia Municipal de Trânsito que desse privilegiado tratamento aos turistas, em especial não multando (exceto nos casos de infrações consideradas gravíssimas), tampouco apreendendo veículos ou carteiras de habilitação de turistas em passeio ao país vizinho. Sandra Zacarias foi além, se reunindo com a Marinha, as Polícias Nacional e Aduaneira, pedindo que dediquem o mais alto grau de cordialidade e respeito para com quem leva divisas e gasta no Paraguai.

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Não é de hoje que, com grande regularidade, insistimos em afirmar que Foz do Iguaçu é uma cidade com uma natural vocação para o turismo, não só de lazer como também de negócios e eventos. Da mesma forma, temos afirmado que a atenção ao turista deixa a desejar, que os atores do cenário turístico não trabalham como parceiros, que as instituições agem de forma tão independente e sem uma visão de conjunto, que em muitos casos não só deixa de contribuir para a melhoria do sistema, como atrapalha, prejudica essa imponente indústria sem chaminés.

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As eleições em 2016 prometem grandes e profundas mudanças. O Tribunal Regional Eleitoral enfatiza pontos como a redução do período de campanha de 90 para 45 dias, a vedação do financiamento de campanhas com recursos originários de doações de empresas, a diminuição do tempo de propaganda na televisão, a “janela” para troca de partido a seis meses da data do primeiro turno e a possibilidade de os pré-candidatos desde já se apresentarem publicamente, descaracterizada a campanha antecipada.

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A uma sanção aplicada como punição ou como reparação por uma ação julgada repreensível, se dá o nome de pena, de acordo com os mais renomados dicionários da língua pátria. O substantivo feminino é, também, sinônimo de castigo, condenação e penitência. Em seu significado ampliado, pena pode ser o mesmo que sofrimento, aflição. E, esta última definição é a que se torna mais condizente com o sistema prisional brasileiro. A pena deveria exercer duas funções: a preventiva, tendo por lógica que a prevenção é tanto mais eficiente quanto mais certa é a punição; e, a retributiva, que é a finalidade de restabelecer a ordem violada pelo delito, proporcional ao crime cometido.

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Não é de hoje que há uma reclamação geral com relação ao efetivo da PM do Paraná, em especial nas cidades menores, onde não raro uma população de 15 ou 20 mil pessoas depende de um destacamento com 2 policiais militares por turno, fragilizando a segurança do município e, com preocupante incidência, transformando a localidade em um alvo preferencial para a ação de quadrilhas especializadas em roubo a bancos e caixas eletrônicos. Os casos se repetem, ganham a mídia nacional e assumem a incômoda similaridade com filmes hollywoodianos permeados de violência e medo, nos quais a população é submetida a toda espécie de barbárie e carrega, após o fato, para sempre a lembrança dos momentos de total pânico.

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O Grupo BR Malls, proprietário do Shopping Catuaí de Cascavel, cujas obras estão paralisadas por determinação judicial, cansou de ser vítima de estranhas forças que estão empenhadas em não permitir que a obra siga em frente e, literalmente, partiu para o ataque. Contrataram um escritório especializado em investigações e encomendaram um levantamento sobre a AGDS (Associação Global de Desenvolvimento Sustentado), autora da ação que levou ao embargo da obra; e o advogado Marinho Mendes Domenici, que tem escritório profissional em Brasília e é sub-procurador-geral da república aposentado, além de casado com a filha de um ex-ministro do Tribunal de Contas da União.

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Vira e mexe e volta à baila a discussão hipócrita sobre a legalização dos cassinos no Brasil. A questão dos jogos de azar desde 1941 é regulada pela Lei das Contravenções Penais em seu artigo 50, onde está escrito que “estabelecer ou explorar jogo de azar em lugar público ou acessível ao público, mediante o pagamento de entrada ou sem ele” é crime punível com prisão simples de três meses a um ano e multa. Tal artigo foi revogado por um curto período de tempo e, através do Decreto-Lei nº 9.215/46 teve sua eficácia restaurada em 30 de abril de 1946.

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Não é nenhuma novidade que atravessamos uma importante crise econômica e política. Também não é segredo que tal problema é de proporções globais, ainda que uma expressiva parte da “velha mídia” faça de tudo para fazer crer que o Brasil, exclusivamente, vive uma crise sem precedentes, enquanto no resto do planeta tudo vai às mil maravilhas. O fato é que quando uma crise que ultrapassa as fronteiras geográficas de um país e assume as proporções desta que vivemos, em especial, os governos precisam agir com rapidez, e de forma pontual, defendendo os interesses nacionais e, por consequência, protegendo seus cidadãos da melhor e mais eficiente forma, dos efeitos que essa crise possa ter.

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