Há um ano atrás, mais precisamente no dia 31 de julho de 2015, despretensiosamente circulamos a primeira edição do Jornal do Iguassu. A intenção sempre foi, desde o projeto, oferecer para a tríplice fronteira uma publicação sem bairrismos, sem partido político, sem interesses inconfessáveis que contaminassem a linha editorial e a forma como os acontecimentos e os fatos do dia a dia são noticiados para a sociedade transfronteiriça.

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O senador paranaense pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro – PMDB, denuncia uma possível irregularidade na reunião do diretório nacional do partido, que muito provavelmente, levará à anulação da decisão por aclamação da sigla deixar oficialmente de integrar a base de apoio do governo da presidente Dilma Roussef. Em “tweet” (postagem, publicação) no Twitter, o senador afirma que se observadas com atenção as fotos da reunião presidida por Michel Temer, e divulgada com toda a pompa e circunstância, ganhando espaço em todos os noticiários da grande mídia nacional, se verificará que não havia quórum suficiente para, dentro da legalidade e obedecendo as normas estabelecidas no Estatuto Partidário e em seu Regimento Interno, ter sido tomada qualquer decisão deliberativa.

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Cascavel, conhecida como a capital do Oeste do Paraná, viveu momentos de intensa violência e medo. Não seria exagero afirmar que boa parte da população passou por momentos de pânico e perplexidade com os ataques aos ônibus do transporte coletivo, repetindo o “modus operandi” da bandidagem carioca e paulista, porém tendo como atores bandidinhos que, ao exemplo de nossos deputados e senadores, querem ganhar o seu espaço na mídia. Afinal, alguns setores da mídia estadual e nacional se transformaram em verdadeiros penicos, aceitando e propagando (muitos aumentando e inventando) a volúpia por exposição.

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O Brasil se tornou o país dos candidatos condenados. A cada dia se multiplicam os processos contra ex-ocupantes de cargos públicos, bem como contra muitos que ainda os ocupam. Em Foz do Iguaçu, o prefeito Reni Pereira já soma uma respeitável quantia de processos; o ex-prefeito, Paulo Mac Donald, ultrapassou os 60 processos entre cíveis e criminais, com várias condenações ainda tramitando para as quais cabem algum tipo de recurso. Só o valor das ações contra Mac Donald já passou a casa dos R$ 150 milhões. Chico Brasileiro, mais modesto, contabiliza 29 processos, também entre cíveis e criminais, somando mais de R$ 23 milhões. Ambos são pretensos candidatos a prefeito na Terra das Cataratas.

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O que difere tanto Foz do Iguaçu de Cascavel? Embora ambas as cidades estejam localizadas no oeste do Paraná, há gritantes diferenças que as colocam em posições diametralmente opostas. Foz do Iguaçu tem um prefeito com problemas administrativos e dificuldades para resolver problemas na área da saúde pública. Cascavel tem um prefeito que é o problema da cidade, realizando uma obra megalomaníaca que, alega, deixará um legado para as gerações futuras.

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Não há o que se discutir quanto ao inegável papel das redes sociais em ampliar o alcance dos acontecimentos, atingindo em poucos minutos expressivas parcelas da população mundial, de todas as classes sociais, com os mais variados níveis de escolaridade, integrantes das diversas classes econômicas. Contudo, se tornou impossível controlar a confiabilidade do que é publicado. Não há uma forma segura de se verificar a autenticidade de uma informação. Pelo menos para a maioria da população, não! Qualquer um publica qualquer coisa, sem preocupações éticas com a origem, tampouco a consequência que tal publicação ou compartilhamento possa ter.

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Que momento delicado o Brasil atravessa. Não bastasse a crise econômica, fruto de todo o bombardeio diário que a grande mídia promove há mais de um ano com a clara intenção de derrubar o governo federal, temos ainda a crise institucional e, agora, a pior de todas, a crise de credibilidade de quem tem o poder e o dever de colocar um ponto final nisso tudo: a Justiça. Nós não queríamos estar nas peles dos ministros do STF a quem, em última instância caberá tomar as decisões finais a respeito de cada uma das controvérsias que têm surgido com a confusa Operação Lava Jato. Ninguém em sã consciência ousa dizer que está tudo certo, tampouco que não há corrupção ou desvios de recursos na Petrobrás e, por certo, em vários outras estatais e órgãos, inclusive, da administração direta. A questão toda é a forma como as coisas têm acontecido, permeadas de um sem fim de desenrolares duvidosos do ponto de vista da legalidade e da garantia ao estado democrático de direito.

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As sucessivas barbaridades que temos presenciado na política nacional vão dar uma grande dor de cabeça aos historiadores. Em especial todas as presepadas decorrentes da judicialização da política, com juízes e promotores mais preocupados em garantir um lugar à luz dos holofotes, a desvendar cabalmente a verdade dos fatos, darão uma trabalheira na hora de contar aos nossos descendentes, às futuras gerações. Como explicar que um promotor tenha anunciado meses antes que denunciaria um crime que estava para ser investigado? E que depois tenha oferecido a denúncia sem argumentos que possam convencer o mais despreparado dos juízes? E, ainda, como dar razão a que essa “denúncia”, seguida do pedido de prisão de um ex-presidente, tenha ocorrido às vésperas de uma manifestação “popular” contra a corrupção? Nós não queríamos estar na pele de nenhum historiador que tenha a tarefa de ordenar e explicar tais fatos.

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O ano de 2015 não foi nada bom para o futuro do país quando se analisa um importante quesito: a educação. É bom explicar que a linha de raciocínio tem por base que a qualidade do ensino (de hoje) e a quantidade de brasileiros que têm acesso a esse ensino de qualidade (nos dias atuais), refletirá no futuro, colocando no mercado engenheiros, médicos, odontólogos, advogados, administradores, dentre outros profissionais, melhor ou pior preparados para o desempenho de suas carreiras.

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Quem usa essa maravilhosa ferramenta que Deus nos deu, chamada de cérebro, para analisar os fatos que são tornados públicos a cada dia envolvendo a famosa Operação Lava Jato, capitaneada pelo jovem juiz Sérgio Moro, certamente se questiona o que há por trás de todas as ações realizadas e repercutidas com grande intensidade e veemência pela gigante da comunicação brasileira. Analisemos alguns acontecimentos pontuais: em 2002 a Rede Globo comprou os direitos de transmissão da Copa do Mundo daquele ano, de operação.

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