Boca Maldita - 28 de Outubro de 2016

Estilo

Política em Foz

A próxima semana promete em Foz do Iguaçu, tanto na área da política, quanto na da segurança. Fala-se que algumas das nobres Excelências entrarão em confronto na Câmara. Como os Bocudos não são de fazer fofoca, vamos dar apenas as iniciais dos briguentos: Dilto Vitorassi e Zé Carlos. Também soubemos de conversas que garantem que outros tantos terão uma prosa com a polícia. Não sabemos se de fora ou de dentro das grades...


Segundo turno

No próximo domingo, por volta das 18 horas, saberemos quem será o prefeito de Curitiba: Nei Leprevost ou Rafael Greca? Façam suas apostas. Enquanto isso, em Foz, ninguém arrisca uma apostinha no resultado da eleição que espera uma decisão do TSE.


Próximas eleições

O segundo turno em Curitiba refletirá diretamente nas próximas eleições para o Governo do Estado, a Câmara e o Senado, em 2018. Ratinho, Barros e Sciarra, crias de Beto Richa apostam em Leprevost. Já o governador aposta todas suas fichas no Greca. Os envolvidos já trocaram farpas na semana passada. Cada grupo quer eleger o seu preferido como prefeito de Curitiba, visando o apoio futuro para o governo do Paraná ou para o Senado. Briga de cachorro grande.


Padres X Bispo

Quem de vós sabe o resultado final da briga entre o Bispo de Foz do Iguaçu e os três padres que foram afastados da cidade? O povo quer saber. Até o momento continua o dito pelo não dito e os fiéis não sabem o que aconteceu, nem quem tinha razão. Se é que alguém tinha.


Mistérios do Paço

Teve uma briga feia entre dois secretários da atual administração interina de Foz do Iguaçu. A gritaria foi ouvida em todo o Paço. Um quer mandar mais que o outro. A prefeita também ouviu, mas se fez e continua se fazendo de surda. E, por certo não é por falta de peito para resolver o problema. Quase que os dois se pegam no tapa. 


Finalmente, uma Justiça com visão

A tradicional imagem da Deusa grega Thêmis, símbolo da Justiça, com os olhos vendados, deveria simbolizar a justiça equânime para todos, ou, em uma linguagem mais simples, a justiça feita sem olhar a quem. Com o tempo, a morosidade e a ineficiência do Judiciário, a venda nos olhos da Deusa passou a ser vista como uma Justiça cega, sem visão e quase sempre injusta. Em Toledo, um pacto entre a Procuradoria da República e o juiz da ação que o Ministério Público do Trabalho moveu contra a Sadia, e resultou no pagamento de uma multa de R$ 5 milhões, pode de forma efetiva, realmente promover a justiça. O valor, ao invés de ser remetido ao Fundo de Amparo ao Trabalhador, ficará em Toledo e será aplicado, se acatada a decisão da comunidade, na construção de um Hospital para atender a população local, com maternidade e especializado em atender os trabalhadores.


Médicos sem salário

A população se pergunta qual é o critério utilizado pela administração pública, que não reclama de falta de dinheiro para pagar uma fortuna para a coleta de lixo, mal e porcamente feita, porém, não paga os salários dos médicos, atrasados há mais de três meses. Os que salvam as vidas e aliviam a dor da população são tratados como lixo, enquanto o lixo é tratado como bem de primeira necessidade, garantindo o enriquecimento de uma meia dúzia de espertos. Se o MP der uma reviradinha um pouquinho mais fundo na Operação Pecúlio, os Bocudos não têm dúvida de que aparecerá o fio da meada que levará até o lixão de Foz do Iguaçu. O juiz da 1Vara de Fazenda Pública, Rodrigo Jacomini, determinou o pagamento imediato sob pena de pagamento de multa diária de R$ 100 mil para a prefeitura.


Pimenta nos olhos dos outros é refresco

Os Bocudos não querem, de forma alguma, contestar a ordem do magistrado, até porque isso dá a maior confusão. Como dizia um velho muito esperto, ordens do juiz, do delegado e da mulher são para se cumprir, mas não seria o caso de que a multa tivesse que ser paga pela prefeita, e não pelo município? Porque pagar multa com o dinheiro do povo é fácil. Queremos ver é continuar descumprindo se o dinheiro tiver que sair do próprio bolso. Impôr multa ao município é penalizar a população duas vezes. A primeira ao perder em atendimento, com profissionais desistindo da prestação do serviço por falta de pagamento; e, a segunda, ao perder recursos que poderiam ser utilizados em outras finalidades, sendo destinados ao fundo do judiciário.


Honestidade é tudo...

Nesses tempos de Lava Jato, ser honesto pode ter fundamental importância. Três colegas, universitários, trocaram os estudos pelas cervejadas e, por falta de preparo, deixaram de comparecer à uma prova, na qual seriam certamente reprovados.
Bolaram um plano para justificar a ausência ao professor e, se sujaram de graxa e gasolina, para contar que haviam viajado no final de semana para um casamento e, no retorno, na noite de domingo, o carro quebrou e, por esta razão, estavam sujos daquela forma ao final da manhã de segunda-feira, ao término da prova.
O professor, demonstrando compreensão, disse: "Vou aplicar uma nova prova daqui a três dias, se preparem".
No dia combinado os três chegaram sabendo tudo na ponta da língua, pois haviam estudado muito, e então o professor os colocou em salas separadas, entregando, em seguida, uma prova que continha somente quatro perguntas.
1 - Quais eram os nomes dos noivos?
2 - Onde, exatamente, o veículo apresentou o problema mecânico?
3 - Que horas eram quando o carro quebrou?
4 - Qual a marca, o modelo e a cor do veículo?
NOTA: As respostas devem ser idênticas às dos seus colegas de viagem.

 

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