Boca Maldita - 27 de Outubro de 2016

Estilo

“Foda-se a Vivo”

 

 

Cansada de ser explorada pela operadora Vivo, a advogada curitibana Vanessa Maria Vilches Lombardi usou palavrões para justificar a ação que impetrou contra a empresa Telefônica Brasil, responsável pela Vivo. “Foda-se a Vivo, não pago porra nenhuma e ainda quero uma indenização pela palhaçada", escreveu a advogada em sua petição. O juiz não gostou muito da brincadeira e mandou cópia para a OAB alegando que a advogada usou “vernáculo inapropriado para um processo judicial". Muitos clientes de telefonia gostaria de dizer o mesmo para as operadoras.


 Escolas desocupadas

Praticamente todas as escolas de Foz do Iguaçu, invadidas por estudantes no início de outubro, foram desocupadas nesta quinta-feira (27). A decisão dos estudantes foi tomada após uma determinação judicial ser expedida pelo juiz da Comarca. Eles saíram numa boa, sem a necessidade de força policial. Como diz o nosso belo e bom latim: Qui culum habet, timo­rem tenet. Traduzindo: quem tem c* tem medo.


Nota oficial

A prefeita Ivone Barofaldi mantém a intenção de vetar o projeto de lei que prevê o reajuste salarial dos Poderes Legislativo e Executivo. A prefeitura informa que já recebeu a recomendação do MPE, e que o documento foi encaminhado para análise da Procuradoria Geral do Município. Dentro do prazo previsto os esclarecimentos devem ser prestados ao Ministério Público Estadual.


Preso com a erva do diabo

Um homem de 39 anos foi preso, pela segunda vez, pela PRF por transportar maconha na BR-277. Desta vez ele carregava quase 200 quilos da erva do capeta. Ele foi preso perto de Irati, após fugir da PRF e bater o carro contra uma árvore. Detalhe: ele pegou a droga em Foz e a levaria a Curitiba. Cachorro comedor de ovelha, só matando.


Médico gaúcho

Um médico gaúcho, formado pela Universidade de medicina de Pelotas, estava com dificuldades em encontrar emprego em SP, pois só faziam gozação com a cidade onde se formou.

Resolveu atender em um consultório e criou uma promoção chamativa: o paciente pagaria R$ 100 a consulta, e se não ficasse curado receberia R$ 200.

Um advogado pra lá de esperto resolveu se dar bem, pagou a consulta e contou que havia perdido o paladar. O gaudério, sem pestanejar, mandou a enfermeira trazer o remédio da gaveta 22 e pingar três gotas na língua do paciente. O advogado deu um pulo, cuspiu longe e disse: “Isso é querosene!”, e o médico, feliz, respondeu: “Parabéns, tu estás curado, tchê”!

Inconformado, dois dias depois o advogado voltou, pagou outra consulta e contou: “Perdi totalmente a memória”. O macanudo mandou trazer o remédio da gaveta 24 e pingar na língua do causídico, que deu um novo pulo, falando: “Mas, isso é querosene, de novo”! O médico retrucou: “Mas, bah, piá, então tu estás curado”!

O advogado ficou “p” da vida e decidiu que ia recuperar seu dinheiro de qualquer jeito. Voltou uma semana depois, pagou nova consulta e reclamou: “Perdi a visão, não enxergo nada”! O médico, de pronto pegou 20 pilas e devolveu ao advogado dizendo: “Não posso curá-lo, tome seus duzentos reais”, e o paciente esperto abriu o berro: “Mas, aqui só tem 20 reais”, quando o doutor tomou a grana dele, dizendo: “Mas, que barbaridade, então também estás curado da visão, tchê”!

Gaúcho é outro nível...


Bike no Congresso

Um ciclista meio mamado estacionou sua bike nas proximidades do Congresso. O guarda se aproxima e diz:
- Você não pode estacionar sua bicicleta neste local. Aqui passam deputados, senadores, ministros e até o presidente da República.
O jovem responde com tranquilidade:
- Não se preocupe, seu guarda, eu tranquei minha bike com cadeado!


Um passo em frente…

Foi aprovada a PEC 241 que, em tese, deverá estabelecer um limite para os gastos públicos nos próximos 20 anos. Foram 359 votos favoráveis e 116 contrários. Até aí, tudo bem, afinal, algo tinha que ser feito para diminuir o tamanho do ralo por onde escoa grande parte do orçamento do país. O que não dá mais é para o povo sofrido carregar nas costas esse elefante branco gigantesco, atolado no rio de lama que emana de Brasília.


Dois atrás…

No entanto, mal foi aprovada a medida de um lado e do outro, assim como já haviam feito com o aumento absurdo do Judiciário, concederam 47% de aumento, seletivamente, aos funcionários públicos que interessavam ao novo Governo. Isso só pode ser gozação com a cara dos brasileiros. Parece que perderam de uma vez por todas a pouquíssima vergonha que ainda lhes restava.


Cabo de guerra desproporcional…

O juizeco de primeiro grau (conforme o chamou Renan Calheiros) determinou uma ação dentro do Senado. Na falta de macheza para prender os Senadores da República, a desculpa foi prender quatro bagrinhos que estavam cumprindo ordens e, assim, apreender muitas maletas e equipamentos que poderiam, em tese, provar algo contra os verdadeiros alvos da ação. O problema é que o presidente do Senado apelou para o ego do STF, e ego de ministro é coisa com a qual não se brinca. Que chance teria em um cabo de guerra um juizeco contra um colegiado de ministros? Se você disse nenhuma, chegou muito perto.


Se queres a paz…

Prepara-te para a guerra. O ditado é velho, mas ilustra muito bem nossa política, em qualquer uma de suas esferas. Imaginem a munição que tem cada uma das estrelas da Câmara e do Senado, para usarem um contra o outro? Ali dentro, todo mundo sabe dos esquemas que o outro faz, fez ou pretende fazer. No Congresso, a mais lerda e despreparada das Excelências conserta relógio suíço no escuro, usando luvas de boxe. Ou pelo menos retira os rubis...

 

Adicionar comentário

Os comentários não representam a opinião do Jornal/Portal do Iguassu, sendo de total responsabilidade de seus autores. Os usuários do Portal podem comentar os artigos e os comentários de outros usuários. Não há um limite preestabelecido de comentários por artigo, no entanto, os moderadores podem, a qualquer momento, encerrar os comentários, se um determinado artigo estiver causando discussão exagerada ou fora do assunto tema.
Palavra ofensivas, de baixo calão ou desrespeitosas, ocasionarão o bloqueio do IP do usuário. Usuários bloqueados, cujo acesso se der através de redes corporativas, provocarão o bloqueio de toda a rede, impedindo o acesso dos demais usuários. Uma vez bloqueado, o IP só será liberado após identificado o usuário que tiver infringido as regras de postagem.


Código de segurança
Atualizar